quarta-feira, 22 de agosto de 2012

ESPERANDO APENAS O MEU TEMPO CHEGAR



Nos anos da estrada me perdi na virada do vento sentindo uma vontade de tudo largar, esquecendo o momento como antecipando o Nirvana da vida, pois não vale a pena ser o que não somos, apenas deletar tudo aquilo que certamente nos faz infeliz porque aqui o importante é ocupar o meu lugar não buscando nada além do corpo para ser feliz, fazendo apenas o que é preciso, não se envolvendo em nada, simplesmente viver sem importunar ninguém, fugindo sempre do convívio, pois somos assim, um bicho egoísta, só gostando de nós mesmos, pelo menos assim não estarei fingindo coisas que a maioria procede como vítima do horrendo sistema capitalista em que vivemos, portanto não quero que ninguém conte comigo, pois quero ficar no meu sossego, renunciando a tudo que fiz até no momento presente, esperando apenas o meu tempo chegar.

Tucanlino.

terça-feira, 14 de agosto de 2012

TUCALINO EM A IGREJA POR ANIBAL [AGO / 2012]



















Quadro 1,

Tucanlino – Está vendo aquela igreja lá no morro?

Quadro 2,

Tucanlino – Por que será que elas [as igrejas]
Estão sempre nos morros?

Quadro 3,

Tucanlino – Será que os sacrifícios que passamos nesta vida que, eles os religiosos chamam de Vale de Lágrimas não bastam?

Quadro 4,

Tucanlino – Espere, tem um carro indo em direção à igreja.

Quadro 5,

Tucanlino – Quem será?

Quadro 6,

Tucanlino – ?

Quadro 7,

Martininho – É o carro do padre, Tucanlino.

Quadro Final,

Tucanlino – Agora eu entendi.

sexta-feira, 3 de agosto de 2012

O TRIÂNGULO DO TUCANLINO



A única certeza que eu tenho é a de que um triângulo será sempre um triângulo em qualquer parte do Universo.





Tucanlino.

segunda-feira, 30 de julho de 2012

MUNDO VELADO [Tucanlino, 2012]




Neste quadro, o pintor nos mostra que o mundo está coberto por um véu para o homem não ver a verdade nua e crua, isto realmente me incomoda, mas ao mesmo tempo é interessante

Tucanlino

quarta-feira, 20 de junho de 2012

UM RAIO VAPORIZADOR [TUCANLINO]













já que eu toquei no assunto sobre discos-voadores, vou lhe contar uma história muito interessante que me aconteceu no final dos anos setenta quando eu fazia o curso de história na federal de juiz de fora-mg, foi o meu primeiro contato de primeiro grau com um extra terrestre, naquela época nosso país vivia sob a clava da ditadura militar, esse extra terrestre estava indignado com o que estava acontecendo, ele via tudo e não podia fazer nada pois ordens superiores proibiam qualquer intervenção deles no nosso sistema covarde que só sabia matar e torturar.
pois bem, certa vez, quase que eles [extra terrestres] entraram na briga contra as nossas forças armadas , foi por pouco, seria um aniquilamento total, pois todos os quartéis do país estavam sob a mira das armas poderosas das naves filhas que sobrevoavam nosso território sob altíssima velocidade, imunes aos radares e completamente invisíveis como a nave mãe.
o et me contou tudo o que estava acontecendo, todavia, a ordem de ataque não foi concretizada, muita gente inocente iria morrer mediante ao ataque fulminante à base de raios desintegradores, pois é, pois é, não atacaram e deu no que deu, até hoje estamos com este período entalado no pescoço.
confesso que na hora eu não acreditei que tinham tamanho poder de destruição, ele [o et] notou a minha cara de interrogação e foi categórico, terráqueo, você parece não acreditar, está vendo aquela árvore.
nosso encontro era sempre à noite num lugar abandonado fora da cidade, bem longe de qualquer alma viva, eu morria de medo, mas o que fazer, por outro lado ele era um cara legal, parecia muito com a gente, mas um pouco diferente do comum, então, olhei para a árvore que estava numa distância de 100 metros e de repente, como num passe de mágica, ele fez um sinal para o céu e dele surgiu um raio finíssimo vaporizando assim a árvore sem deixar nenhum vestígio da dita cuja no lugar, meu coração disparou e ele sorrindo disse, esta é a arma mais simples do nosso arsenal.
até hoje me lembro deste dia, realmente não dá para esquecê-lo.

tucanlino.

LARANJÃO